
A segurança privada brasileira vive um momento histórico. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou o decreto que regulamenta a Lei nº 14.967/2024, conhecida como Estatuto da Segurança Privada, estabelecendo as regras necessárias para a aplicação prática da legislação em todo o país.
A regulamentação representa um marco importante para o setor, pois define diretrizes relacionadas à fiscalização das empresas, qualificação profissional, combate à atuação clandestina e organização das atividades exercidas pelos profissionais da segurança privada.
Diante da publicação do decreto, o Sindicato dos Vigilantes Sul Fluminense informa que está acompanhando atentamente todo o processo ao lado da Confederação Nacional dos Trabalhadores Vigilantes e Prestadores de Serviços (CONTRASP), analisando o texto oficial para compreender seus impactos sobre a categoria.
Entre os principais pontos já destacados estão o fortalecimento da fiscalização sobre empresas irregulares, a valorização da formação profissional, a regulamentação de diferentes áreas da segurança privada e a criação de mecanismos para ampliar a organização e a qualidade dos serviços prestados no setor.
O novo decreto também estabelece regras mais claras para o funcionamento das empresas de segurança privada, reforçando a necessidade de cumprimento das exigências legais e contribuindo para o combate à concorrência desleal promovida por empresas clandestinas.
Para os vigilantes, a expectativa é de que a regulamentação contribua para uma maior valorização profissional, fortalecendo a categoria e ampliando a segurança jurídica para trabalhadores e empresas que atuam dentro da legalidade.
O Sindicato dos Vigilantes Sul Fluminense continuará acompanhando cada etapa da implementação do Estatuto da Segurança Privada, avaliando os reflexos das novas normas para os profissionais da região e mantendo a categoria informada sobre eventuais mudanças, direitos e oportunidades decorrentes da regulamentação.
A publicação do decreto representa uma conquista construída ao longo de anos de mobilização da categoria e de suas entidades representativas. Agora, o momento é de análise, acompanhamento e fiscalização para garantir que as novas regras sejam efetivamente aplicadas e contribuam para o fortalecimento da segurança privada em todo o Brasil.
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